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Carta para quem vai montar o quarto do bebê

Fiquem calmos. Mas não enrolem muito.

Esses são os dois maiores conselhos que dou para uma mãe ou pai que quer montar um quartinho para o filho. Em primeiro lugar, afobação e ansiedade são a mistura certa pra uma mãe estressada e frustrada.

Você tem muitas semanas para se organizar e, quando o bebê chegar, o quartinho vira um mero detalhe na rotina em que mergulhará. Por sua vez, é preciso algum planejamento para que as decisões não se acumulem para o último trimestre: o barrigão torna a correria de arrumar tudo, de fato, exaustiva.

Você deve começar seu planejamento com pesquisa. “Que quarto sonho pro meu filho, dentro da minha realidade?” Veja fotos de quartinhos no Instagram, no Pinterest, no Google. Arquive as que te inspirarem. Com seu estilo preferido em mente, escolha onde o bebê vai dormir: berço tradicional, cama montessoriana, no seu quarto, na sua cama?

Essas são as decisões que vão nortear todo o resto.

  • A compra dos móveis é um passo importante e que, preferencialmente, deve ser realizado com antecedência. A maioria dos berços novos pedem pelo menos 45 dias de prazo para entrega.
  • Quando tive meu filho, lembro que uma parte deliciosa da gravidez era, lá com minhas 30 semanas, sentar no quartinho, abajur ligado, cheirinho de bebê devidamente espalhado pelos cantos e ficar ali relaxando, curtindo o barrigão e imaginando o momento em que ele estaria ali.
  • Falando em abajur, iluminação é um ponto muito importante do projeto do quarto. Não precisa ter rasgo no gesso, spots, led no armário. Eles são ótimos recursos, mas pedem um projeto profissional. Para criar um clima aconchegante com a iluminação, basta um bom abajur, uma arandela ou uma luminária de chão. A meia luz é importantíssima no quarto do bebê. Ela é um convite para o sono,  relaxamento e uma mão na roda quando, durante a madrugada, você precisa trocar uma fralda, ou procurar um casaquinho na gaveta.
  • Ter um lugar onde você possa sentar também é importante. Para assistir ao filho brincar, para amamentar, para apoiar algum objeto. Pode ser um banquinho, uma cama, uma poltrona.
  • A poltrona de amamentação, aliás, é uma mão na roda. Mas ela só vai fazer sentido enquanto você amamentar. Depois é um trambolho. Minha dica: compre uma poltrona estilosa que pode ser aproveitada na decoração da casa depois.
  • Quanto ao chão do quarto: lares com piso de madeira podem até dispensar o uso de tapetes ou emborrachados. Mas casas com porcelanatos ou cerâmicas pedem uma proteção para mãe e para o filho que andam sempre ali. Tais materiais não retêm calor, então estão sempre geladinhos, deixando o espaço pouco confortável pra criança brincar ou mesmo a mãe caminhar numa noite fria.
  • Tenha espaço para os brinquedos. O que não couber ali, pode se tornar candidato à doação. Acumular brinquedos demais pela sala e outros cômodos tira a identidade do seu lar e gera estresse nos moradores. Sala pode ser, sim, espaço para brincadeira, mas não armazém de tralha infantil.
  • Papel de parede é lindo né? Eu uso em vários projetos. Mas verdade seja dita: a durabilidade em quarto de criança é limitada. Eles puxam, rasgam, desenham. Vale colocar? Sim. Desde que saiba que é um investimento que pode durar pouco. Se não quer arriscar, use tintas e adesivos que simulam texturas de papel de parede para colorir o espaço.
  • Defina a paleta de cores do quarto e as use como base. Elas não precisam ser as únicas cores presentes no espaço. São apenas as cores principais de roupa de cama e tapetes e almofadas, por exemplo.
  • Quadros são sempre bem-vindos. Em especial os que contêm grampos de fácil abertura para troca das gravuras. As crianças logo crescem e os quadros podem ser uma ótima forma de atualizar o décor do quarto.

    Fonte: Metropoles

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